Caminhando só

sábado, fevereiro 14, 2009

A Troca

Década de 30, Los Angeles,...

Christine Collins, mulher solteira, independente, às vésperas de ser promovida ao cargo de gerente de uma Compania Telefônica, não encontra seu filho em casa ao chegar de um sábado de trabalho extra. Ela procura a ajuda da polícia que, no afã de dar uma resposta rápida aos ataques de correntes que expunham a corrupção e a violência desta polícia, tentam empurrar um menino qualquer, supostamente parecido com o filho perdido, para a mãe desesperada. Acusações, por parte da polícia, de inverdade, negligência e, até mesmo, desequilíbrio mental fazem parte dos vários absurdos que acontecem ao longo do filme, enquanto a mãe tenta provar, em vão, que a criança jogada nos braços de Christine pela poícia não passa de um pequeno impostor.



Século XXI, Suíça,...

Paula Oliveira procura a polícia para dar queixa sobre agressões de skinheads. Interrogatórios inadequados, levantamento de hipóteses como auto-flagelação e inverdades são as respostas iniciais da polícia da Suíça para o caso.

Enquanto o segundo caso não se resolve, aconselho uma ida ao cinema para se conhecer o primeiro caso.