Caminhando só

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Milk

Fins da década de 60, New York...

Harvey Milk é apenas mais um gay que esconde sua sexualidade do mundo, enquanto busca novos amores no metrô.



Década de 70, San Francisco...

O então saído do armário Harvey Milk resolve entrar para o cenário político para lutar pelos direitos iguais para todos, inclusive gays, e paga o preço da exposição e da luta incansável por um ideal, que começa com o fim de seu romance e termina com um derradeiro tiro na cabeça.


Século XXI, web world...

http://www.noghetto.caixadepandora.com.br/2009/02/04/cinema-e-homofobia/

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sábado, fevereiro 14, 2009

A Troca

Década de 30, Los Angeles,...

Christine Collins, mulher solteira, independente, às vésperas de ser promovida ao cargo de gerente de uma Compania Telefônica, não encontra seu filho em casa ao chegar de um sábado de trabalho extra. Ela procura a ajuda da polícia que, no afã de dar uma resposta rápida aos ataques de correntes que expunham a corrupção e a violência desta polícia, tentam empurrar um menino qualquer, supostamente parecido com o filho perdido, para a mãe desesperada. Acusações, por parte da polícia, de inverdade, negligência e, até mesmo, desequilíbrio mental fazem parte dos vários absurdos que acontecem ao longo do filme, enquanto a mãe tenta provar, em vão, que a criança jogada nos braços de Christine pela poícia não passa de um pequeno impostor.



Século XXI, Suíça,...

Paula Oliveira procura a polícia para dar queixa sobre agressões de skinheads. Interrogatórios inadequados, levantamento de hipóteses como auto-flagelação e inverdades são as respostas iniciais da polícia da Suíça para o caso.

Enquanto o segundo caso não se resolve, aconselho uma ida ao cinema para se conhecer o primeiro caso.

O céu de baunilha de Monet


É mais ou menos este o título do filme que revi no mês passado.

Vi Vanilla Sky pela primeira vez por indicação de uma amiga. Filme complexo, mas muito interessante. Entendi a mensagem principal do filme na época, mas fiquei com vontade de revê-lo, pois na primeira passada você não percebe uma série de detalhes que, ao final, o próprio filme aponta.

Recomendo a todos ver o filme, pois o tema central é: somos aquilo que pensamos ser. Nossa vida é produto exato daquilo que pensamos ser e só depende de nós mudar qualquer coisa. Mais que isso, o filme nos estimula a entender que os outros, assim como nós, também são produtos de suas mentes e diferem sempre da imagem que temos em nossa própria mente.

Eu resumiria o filme em uma frase de uma música: "Live and let live, live and let die!"

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Vivement Dimanche

Um filme de François Truffaut. Na verdade o primeiro, de muitos, espero, filme que vejo deste autor.

Um suspense divertido e envolvente. Mal parece durar as mais de duas horas que ele mantêm o telespectador colado na cadeira, aguardando os próximos acontecimentos e tentando descobrir quem de fato é o assassino da sra. Massoulier.



A insuperável Fanny Ardant, a chefe do Céu em "Sem Notícias de Deus", é o grande nome do filme.

Em alguns momentos meio pastelão, em outros um pouco óbvio, o filme cativa pelo dinamismo e pela abordagem livre.

Muito bom! Verei mais filmes dele! Não foi a toa que a Caixa Cultural do Rio promoveu um festival em sua homenagem, há poucos dias, que me permitiu conhecê-lo.